Valorização de RSU
A Atlas Seis desenvolve projectos na área de valorização energética de Resíduos Sólidos Urbanos (RSU), Resíduos Industriais ou Resíduos Hospitalares, convertendo-os em gás combustível, utilizando tecnologias como a Pirólise por Gaseificação ou Plasma. Esta tecnologia possui uma elevada eficiência energética associada à valorização de aproximadamente 92% dos resíduos passíveis de utilização, para capacidades que vão desde as 8t/d, 50t/d ou 125 toneladas por dia secas, através do processamento composto por unidades modulares de acordo com o projecto em causa, sendo deste modo virtualmente ilimitado. Actualmente aos detentores destas tipologias de resíduos coloca-se cada vez mais a questão, sobre o destino que lhes deve ser dado, para além da habitual solução da deposição em aterro e incineração.
A Pirólise por Gaseificação é a Solução

A Tecnologia da Pirólise por Gaseificação consiste num sistema composto por um pré-processamento de resíduos, um gaseificador pirolítico para a produção do gás de sintese, um reactor de oxidação térmica para submeter o gás de síntese a um processo de oxidação a elevadas temperaturas, de modo a obter um gás passível de libertar para a atmosfera. À medida que o gás de síntese vai saindo do reactor de oxidação térmica, a elevada temperatura do mesmo é permutada para uma caldeira, a qual irá capturar a energia térmica do gás de síntese, convertendo a energia em vapor de elevada temperatura, o qual é utilizado para a produção de energia eléctrica através de turbinas de vapor. A Pirólise por Gaseificação possibilita a produção de energia limpa e renovável através de um processo tecnológico que apresenta inúmeras vantagens, salientando-se:

  • Flexibilidade de tratamentos de resíduos diversos;
  • Aproveitamento do gás obtido para a produção de energia;
  • Emissões dos gases com efeito de estufa, mormente CO2, com valores muito inferiores aos valores mínimos permitidos por lei, comparativamente com as centrais tradicionais (carvão, gasóleo, gás natural);
  • Não produz cinzas volantes, apenas compostos de carbono residuais, que poderão no máximo atingir cerca de 10% do volume inicial;
  • Níveis de ruído de funcionamento e de odor, extremamente reduzidos;
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